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Helexia Brasil e Telefónica assinam maior contrato de geração de energia distribuída do mercado

Contrato engloba 16 centrais fotovoltaicas que vão gerar até 30% de economia para as instalações da operadora de telecomunicações em cinco estados no Brasil

A Helexia Brasil, venceu o leilão de Produção de Energia Distribuída para prédios e lojas da Telefónica, que controla a operadora brasileira Vivo. O projeto contempla 16 centrais fotovoltaicas que vão fornecer energia para 6.885 pontos de consumo distribuídos nos estados de Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Ceará.

As centrais fotovoltaicas vão ter na sua totalidade, uma capacidade instalada de 60 MWp e vão gerar energia equivalente ao abastecimento de uma cidade com 24 mil famílias. A energia produzida em cada central será injetada no Sistema Nacional Integrado (SIN) e transforma-se em crédito para a Telefónica, que pode chegar a 30% de economia na sua fatura de energia, a depender do estado.

Atualmente, produzir a própria energia é mais barato do que comprar num distribuidor local devido às taxas existentes, em paralelo, muitas empresas estão sensíveis aos temas ambientais e procuram tornar-se cada vez mais sustentáveis. Por estas razões, acreditamos que o contrato com Telefónica será o primeiro de muitos no Brasil”, afirma Luis Pinho, Diretor Geral da Helexia em Portugal e no Brasil.

As obras dos parques solares serão coordenadas pelo departamento de EPC (Engenharia, Procurement e Construção) da Voltalia (acionista da Helexia) e, de acordo com o executivo, estão previstas para começar ainda este ano, com operação comercial de todas as centrais fotovoltaicas prevista para fevereiro 2022.

A celebração do primeiro contrato da Helexia no Brasil contou com colaboração da Voltalia e de outras empresas parceiras. “A aquisição da Helexia, pelo Grupo Voltalia, foi estratégica e ocorreu para completar  nossa gama de produtos e serviços. É uma alegria anunciar esse contrato com a Telefónica. Isso demonstra a força da Helexia ao chegar ao Brasil. Estou certo de que será a porta de entrada para muitos outros”, acrescenta Robert Klein, CEO da Voltalia Brasil.

Os projetos das centrais fotovoltaicas foram desenvolvidos com o apoio de parceiros locais de cada região, permitindo a melhor prospeção de terras com análises que levam em consideração critérios como a superfície disponível, viabilidade e custo da conexão à rede, impacto ambiental e regulamentos locais. A concessão é de 20 anos.

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